Ternos de Reis & Reisados
Folclore vivo que percorre as ruas e enche a cidade de cor e música — um patrimônio cultural que atravessa gerações.
A cidade
Uma história de milhares de anos escrita na pedra, no ouro e nas águas. Conheça a gente, o chão e as tradições que fazem de Iraquara um lugar único.
Hoje
Quem chega a Iraquara encontra o ritmo calmo do interior baiano — e uma vizinhança rara: serra de um lado, riqueza subterrânea do outro.
Linha do tempo
Pinturas rupestres, fósseis e vestígios encontrados em grutas e abrigos do subsolo calcário revelam que povos pré-históricos e nômades habitavam a região desde tempos remotos.
A chegada de colonizadores atraídos por diamantes e ouro deu origem a povoados e impulsionou a Estrada Real, rota que cruzava a Chapada Diamantina de norte a sul, passando por Iraquara e Seabra.
A descoberta de um poço de água abundante no leito do Riacho Água de Rega, por um tropeiro chamado Manoel Félix, deu origem ao povoado — uma história que explica o carinho da cidade pela água.
Em 1930 o povoado virou distrito com o nome de João Pessoa. Três décadas depois, em 1962, foi criado o município com o nome de origem tupi: “buraco do mel”.
A origem do nome
O nome veio do tupi e fala da terra e da doçura deste lugar — as cavidades do subsolo e as abelhas nativas.
Iraquara (do tupi)
Por isso, Iraquara = buraco do mel.
Cultura
O patrimônio cultural de Iraquara é vivo: sai à rua, enche a praça e atravessa gerações.
Folclore vivo que percorre as ruas e enche a cidade de cor e música — um patrimônio cultural que atravessa gerações.
Iraquara celebra o São João em grande estilo, com o forró e a tradição junina tomando conta da cidade.
O “Carnaval do Riacho do Mel”: uma folia com nome de cidade — e com o jeitinho baiano de fazer carnaval.
Festa da padroeira Nossa Senhora do Livramento e homenagens a Santo Antônio, São José, São Judas Tadeu, São Pedro, Senhora Santana e Senhor do Bonfim ao longo do ano.